PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DE CIÊNCIAS DA NATUREZA QUE ENGAJAM E TRANSFORMAM
Palavras-chave:
Educação Básica, Metodologias Ativas, Aulas Práticas, Extensão Universitária, Ensino de CiênciasResumo
As aulas práticas são fundamentais por permitirem ao estudante vivenciar e aplicar o conhecimento em situações reais. O presente trabalho tem como objetivo relatar a experiência durante a execução de uma oficina em um curso de extensão desenvolvido pela Universidade Estadual de Goiás – Câmpus Sudoeste – Sede Quirinópolis. As atividades tiveram como propósito fortalecer a integração entre a universidade e a educação básica, aproximando a teoria da prática por meio de formação continuada de professores. Os professores foram estimulados a adotarem estratégias didáticas inovadoras que tornam o processo de ensino-aprendizagem mais dinâmico, participativo e significativo, despertando o interesse dos estudantes e promovendo uma aprendizagem mais concreta. As atividades da oficina foram realizadas por discentes do próprio Câmpus de forma colaborativa, envolvendo demonstrações sobre energia eólica, mecânica e de movimento, utilizando materiais simples como velas, papeis, cooler e secador de cabelo, além da confecção de experimentos com materiais recicláveis, evidenciando a importância da sustentabilidade e da criatividade no ambiente escolar. Durante o desenvolvimento das atividades, observou-se grande engajamento e entusiasmo dos professores, que relataram nunca ter vivenciado experiências semelhantes, destacando a relevância de práticas que estimulem a curiosidade e o protagonismo dos alunos. A interação entre universidade e escola favoreceu o compartilhamento de saberes e o fortalecimento das competências docentes, especialmente no uso de metodologias práticas no ensino de ciências. As atividades promoveram também reflexões sobre o papel do professor como mediador do conhecimento e sobre a importância da formação continuada para a inovação pedagógica. Houve contribuição de maneira significativa para o aprimoramento das práticas docentes, reafirmando que a experimentação e as metodologias ativas são fundamentais para uma educação básica mais contextualizada, crítica e transformadora.